Principais Atividades A ESSEN ENGENHARIA dedica-se ativamente a Elaboração de Projetos, Gerenciamento e Prestação de Serviços de Engenharia, possuindo larga experiência nos setores de: * ENGENHARIA ELÉTRICA; * HIDRÁULICA e HIDROSANITÁRIA; * DETECÇÃO, ALARME e COMBATE A INCÊNDIO; * ENGENHARIA CONSULTIVA; * GERENCIAMENTO; * INSTALAÇÕES AEROPORTUÁRIAS; * AUTOMAÇÃO PREDIAL;
terça-feira, 20 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Aquecedores de piscina
Aquecedores de piscina
Veja como funcionam os principais sistemas de aquecimento de água de piscinas
Reportagem: Rodnei Corsini
As três formas de aquecimento de piscina mais usadas são o sistema solar, a gás e de bombas de troca de calor (que funcionam com energia elétrica). Esses sistemas são bem parecidos em seu esquema hidráulico, em que uma bomba leva a água da piscina até o elemento aquecedor, de onde retorna aquecida. Também são semelhantes no funcionamento do controle de temperatura - onde, basicamente, a temperatura da água na piscina é medida por sensores que fazem o sistema ser acionado ou desligado, mantendo o aquecimento no nível desejado. "A grande diferença está na fonte de energia que cada sistema necessita", diz Ronaldo Yano Toraiwa, engenheiro do Dasol - Abrava (Departamento Nacional de Aquecimento Solar da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento).
A temperatura ideal da água para prática de esportes costuma ser entre 26oC e 27oC; para lazer, de 29oC a 30oC; e para spas e fins medicinais, pode chegar a 32oC. No aquecimento, entretanto, a água é elevada a temperaturas mais altas do que isso - de 40oC a 45oC - porque depois ela irá se misturar ao grande volume de água da piscina, que se encontra a temperaturas mais baixas.
A potência necessária para o aquecimento da água pode variar, por exemplo, conforme a região do Brasil onde a piscina está instalada, se ela está em ambiente interno ou externo, se a piscina está "enterrada" ou em local com laje. Também é importante saber a área da superfície da água, que é a via pela qual se dá a maior parte da perda de temperatura.
Quanto à tubulação, grande parte das instalações utiliza o PVC, mas algumas também adotam o polipropileno. "Vemos o equipamento que vai ser usado e escolhemos uma tubulação com diâmetros compatíveis com ele", diz Dejair Luiz, diretor da área técnica da Hidráuli.
Toraiwa alerta para a qualidade do produto e da mão de obra de instalação: "É necessário conciliar bons produtos, etiquetados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), com uma boa instalação".
O que é: os coletores típicos são formados por mangueiras que passam por placas que ficam expostas ao sol. As placas podem ser feitas com polipropileno ou borracha de EPDM (na cor escura, para absorver melhor os raios do sol), ou com tubos de vidros especiais.
Funcionamento e características do sistema: a água é bombeada para dentro dos coletores, que transmitem o calor captado do sol, aquecendo-a. Os coletores solares são geralmente instalados em telhados e lajes, mas podem ser instalados no próprio chão, com inclinação e direção que busquem a melhor exposição ao sol. Geralmente o desempenho do sistema está ligado à condição de tempo ensolarado. Por isso, costuma-se empregar um sistema auxiliar, como bombas de troca de calor ou aquecedores a gás.
Como escolher: a quantidade e tamanho dos coletores são selecionados de acordo com a área de superfície da piscina. No País, conforme a região, entre outros fatores e orientações do projeto, esse dimensionamento varia de 50% a 120% da área da piscina para a área coletora. Ou seja, uma piscina com 100 m² de área pode demandar de 50 a 120 m² de coletores.
Apoio técnico: Dejair Luiz, diretor da área técnica da Hidráuli; Ronaldo Yano Toraiwa, engenheiro do Dasol - Abrava; e Bruno Batista, diretor de operações da E2solar.
Óculos de proteção
Óculos de proteção
Muitas das lesões oculares causadas nos canteiros provocam danos irreversíveis à visão. Saiba como escolher os óculos de proteção mais adequados a cada tipo de serviço
Reportagem: Juliana Nakamura
Antes de tudo é preciso saber em qual situação os óculos serão utilizados. Serviços de carpintaria, por exemplo, exigem equipamentos com características diferentes daqueles que serão empregados para realização de serviços de solda. Atividades em ambientes cobertos podem ser realizadas com óculos de proteção dotados com lentes transparentes. Já as realizadas sob a luz do sol precisam de óculos com lentes escuras. É importante identificar também se o produto deverá proteger o usuário contra partículas frontais ou multidirecionais. Nesse último caso será preciso utilizar produtos com proteção lateral, os chamados óculos panorâmicos", explica Antonio Vladimir Vieira, chefe dos laboratórios de ensaios em EPIs da Fundacentro.
Na hora da compra, a primeira coisa a ser conferida é se o número do Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho (CA) está gravado na peça, assim como o número do lote, nome do fabricante e do importador, se o produto vier de outro país.
Cumprida essa etapa, é possível comparar as matérias-primas utilizadas na fabricação dos óculos. O policarbonato vem sendo cada vez mais usado, por ser mais leve e resistente que o vidro. Mas isso não quer dizer que óculos com lentes de vidro com tratamento óptico não possam ser utilizados com segurança.
A comparação entre os modelos existentes deve levar em conta, ainda, outras características, como o grau de proteção contra a luminosidade, se há ajustes nasais e telescópicos para maior conforto do usuário, se há tira elástica para prender o equipamento à cabeça e o tratamento dado às lentes (contra riscos, embaçamento, respingos, filtro UV etc.).
Importante lembrar que os óculos de proteção devem ser substituídos sempre que apresentar trincas, deformações, arranhados excessivos e sujeira incrustada.
Maior qualidade |
A tendência é que a qualidade dos óculos de segurança disponíveis no mercado melhore quando esses equipamentos passarem a ser avaliados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). Isso ainda não acontece, mas a publicação de uma norma brasileira de ensaios de óculos, atualmente em discussão, será o primeiro passo para a viabilização. |
O que observar antes de adquirir óculos de proteção? |
» Se o CA (Certificado de Aprovação) do Ministério do Trabalho e Emprego está gravado na peça;
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Tipos de óculos mais comuns | ||||
São utilizados para a proteção do globo ocular contra a projeção de materiais sólidos e perfurantes. Podem ter armação confeccionada com materiais diversos, como náilon, acetato de celulose e policarbonato. Esse tipo de óculos é indicado para serviços diversos em que os olhos estejam expostos a pó e areia, como em atividades de carpintaria e serralheria, por exemplo. Nesse grupo, há modelos como o da foto, com lentes em policarbonato, hastes emborrachadas e apoio nasal maleável para melhor conforto do usuário.
Os óculos panorâmicos são utilizados para proteção ocular do usuário contra partículas de poeira em suspensão e produtos químicos. A armação pode ser confeccionada em polipropileno e borracha e deve se moldar perfeitamente ao rosto com ajuste regulável. São indicados para proteger o trabalhador em serviços que vão da demolição e perfuração de rochas ao manuseio de argamassas e cimento, entre outros. Na hora de comprar um produto desse tipo é fundamental checar a adaptação da peça ao usuário. Um item importante é o sistema de ventilação indireta, que ajuda a evitar que as lentes embacem.
Os óculos para serviços de soldagem destinam-se à proteção ocular do usuário contra radiação ultravioleta emitida durante os serviços de soldagem e/ou corte a quente com maçarico. As lentes para proteção contra soldagem devem estar marcadas com o número referente à sua tonalidade. O soldador deve usar a cor mais escura possível para cada tipo de solda. Para soldagem com tocha, a tonalidade da lente deve estar entre 1,5 e 3. A soldagem com arco elétrico requer proteção maior, de dez a 14 (o máximo possível).
São chamados óculos de proteção especiais aqueles que possuem recursos adicionais para situações específicas de uso. Um exemplo são os óculos com hastes LED para melhor conforto em ambientes com pouca luminosidade. Esses equipamentos são indicados para serviços realizados em situações críticas, como em ambientes escuros (caso de escavação de túneis, por exemplo), onde haja necessidade de proteger os olhos contra impactos. |
Sprinklers
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
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Localizado no centro de Lisboa, museu da eletricidade revela como foi o início da geração de energia em Portugal | |||||||
Entre as ruas de paralelepípedo de Belém e o Rio Tejo está instalado o Museu da Eletricidade. Nesta região da cidade de Lisboa, conhecida por concentrar grande parte dos monumentos históricos de Portugal, o grande e antigo edifício impressiona aqueles que se interessam pela história da energia elétrica. Considerado patrimônio público e cultural, o Museu da Eletricidade foi instalado no prédio que um dia abrigou a Central Tejo – antiga usina termoelétrica, pioneira neste tipo de geração de energia no país, e que por mais de quatro décadas alimentou o sistema de iluminação de Lisboa (saiba mais sobre a Central Tejo no conteúdo online). O museu é mantido pela Fundação EDP, que faz parte do Grupo Energias de Portugal (EDP), principal empresa do setor elétrico do país. A usina recebeu o nome de Central Tejo por ter sido instalada às margens do Rio Tejo, e foi oficialmente desativada em 1975. Somente após 15 anos, em 1990, o edifício foi reaberto, mas desta vez como Museu da Eletricidade. Após dez anos, o edifício foi fechado para reforma e restauração do acervo de máquinas. Em 2006, o museu foi reaberto e passou a oferecer ao público novos recursos, que permitem ao visitante conhecer detalhes da história da energia em Portugal. Tour elétrico
Durante a visitação, o público tem a oportunidade de conhecer dez estações, distribuídas pelos 9.600 metros quadrados do museu. Localizada na área externa do edifício, a Praça do Carvão era o local onde se depositava o carvão utilizado nas caldeiras da usina. Atualmente este espaço é o cartão de visitas do museu e, esporadicamente, funciona como uma sala de exposições a céu aberto. Nesta área também podem ser vistos equipamentos como o crivo (onde eram feitas as descargas do carvão), os silos misturadores (misturavam os diferentes tipos de carvão nas proporções certas) e as noras elevatórias (encaminhavam o carvão até as caldeiras). É na Sala de Exposições – antes ocupada pelas caldeiras de baixa pressão –, que acontecem as mostras temporárias e os eventos anuais promovidos pelo Museu da Eletricidade. Os eventos realizados neste espaço nem sempre estão diretamente relacionados à eletricidade, mas todos têm como proposta promover a cultura portuguesa contemporânea.
Caminhos da eletricidade
Seguindo as etapas de geração termoelétrica de energia, na Sala das Caldeiras o visitante é surpreendido por quatro caldeiras de alta pressão de 30 metros de altura cada. Graças às adaptações realizadas durante a reforma, é possível entrar em uma delas para observar seus componentes internos. Este mesmo tipo de adaptação ocorreu com um dos dois grupos de turboalternadores da Sala dos Geradores. Ainda na Sala das Caldeiras, há um histórico sobre a construção do edifício, que mostra as condições de trabalho vividas pelos funcionários da termoelétrica na época. Este mesmo tema é abordado de forma mais completa na Sala dos Cinzeiros, local onde se recolhiam as cinzas do carvão queimado. Em homenagem aos antigos funcionários da Central Tejo, foi organizada na Sala dos Condensadores a exposição permanente "Rostos da Central Tejo", que apresenta fotos e vídeos das atividades desempenhadas na época. Neste espaço, também estão expostos os condensadores de refrigeração do vapor e as bombas que permitiam a drenagem da água do Rio Tejo. Para oferecer aos visitantes uma noção clara dos diversos processos de geração de energia elétrica – termoelétrica, eólica, fotovoltaica e hidrelétrica –, uma das atrações interativas da Sala do Experimentar é o acionamento de dispositivos que simulam estes quatro tipos de geração. Ali o público tem a possibilidade de interligar estas formas de geração e, assim, compreender de que forma ocorre a conexão destas usinas à rede de distribuição. Além de todos estes espaços, o Museu da Eletricidade conta ainda com a Sala da Águae a Sala das Máquinas. Nestas estações é possível observar por meio dos tubos pintados de várias cores os tipos de fluidos que circulavam por cada uma dessas redes: vapor seco, vapor úmido, água, etc. Outro espaço que compõe o Museu da Eletricidade é a Sala de Comando, onde eram monitorados os geradores, a subestação de energia elétrica e a distribuição da energia para a rede elétrica. De acordo com a Fundação EDP, o museu tem recebido um número expressivo de visitações. Em 2010, cerca de 190 mil pessoas conheceram as instalações da antiga Central Tejo. Para 2011, o museu já conta com mais de dez exposições pré-agendadas, que deverão ajudar a atrair ainda mais visitantes.
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Energia do sol
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