Principais Atividades A ESSEN ENGENHARIA dedica-se ativamente a Elaboração de Projetos, Gerenciamento e Prestação de Serviços de Engenharia, possuindo larga experiência nos setores de: * ENGENHARIA ELÉTRICA; * HIDRÁULICA e HIDROSANITÁRIA; * DETECÇÃO, ALARME e COMBATE A INCÊNDIO; * ENGENHARIA CONSULTIVA; * GERENCIAMENTO; * INSTALAÇÕES AEROPORTUÁRIAS; * AUTOMAÇÃO PREDIAL;
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
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Localizado no centro de Lisboa, museu da eletricidade revela como foi o início da geração de energia em Portugal | |||||||
Entre as ruas de paralelepípedo de Belém e o Rio Tejo está instalado o Museu da Eletricidade. Nesta região da cidade de Lisboa, conhecida por concentrar grande parte dos monumentos históricos de Portugal, o grande e antigo edifício impressiona aqueles que se interessam pela história da energia elétrica. Considerado patrimônio público e cultural, o Museu da Eletricidade foi instalado no prédio que um dia abrigou a Central Tejo – antiga usina termoelétrica, pioneira neste tipo de geração de energia no país, e que por mais de quatro décadas alimentou o sistema de iluminação de Lisboa (saiba mais sobre a Central Tejo no conteúdo online). O museu é mantido pela Fundação EDP, que faz parte do Grupo Energias de Portugal (EDP), principal empresa do setor elétrico do país. A usina recebeu o nome de Central Tejo por ter sido instalada às margens do Rio Tejo, e foi oficialmente desativada em 1975. Somente após 15 anos, em 1990, o edifício foi reaberto, mas desta vez como Museu da Eletricidade. Após dez anos, o edifício foi fechado para reforma e restauração do acervo de máquinas. Em 2006, o museu foi reaberto e passou a oferecer ao público novos recursos, que permitem ao visitante conhecer detalhes da história da energia em Portugal. Tour elétrico
Durante a visitação, o público tem a oportunidade de conhecer dez estações, distribuídas pelos 9.600 metros quadrados do museu. Localizada na área externa do edifício, a Praça do Carvão era o local onde se depositava o carvão utilizado nas caldeiras da usina. Atualmente este espaço é o cartão de visitas do museu e, esporadicamente, funciona como uma sala de exposições a céu aberto. Nesta área também podem ser vistos equipamentos como o crivo (onde eram feitas as descargas do carvão), os silos misturadores (misturavam os diferentes tipos de carvão nas proporções certas) e as noras elevatórias (encaminhavam o carvão até as caldeiras). É na Sala de Exposições – antes ocupada pelas caldeiras de baixa pressão –, que acontecem as mostras temporárias e os eventos anuais promovidos pelo Museu da Eletricidade. Os eventos realizados neste espaço nem sempre estão diretamente relacionados à eletricidade, mas todos têm como proposta promover a cultura portuguesa contemporânea.
Caminhos da eletricidade
Seguindo as etapas de geração termoelétrica de energia, na Sala das Caldeiras o visitante é surpreendido por quatro caldeiras de alta pressão de 30 metros de altura cada. Graças às adaptações realizadas durante a reforma, é possível entrar em uma delas para observar seus componentes internos. Este mesmo tipo de adaptação ocorreu com um dos dois grupos de turboalternadores da Sala dos Geradores. Ainda na Sala das Caldeiras, há um histórico sobre a construção do edifício, que mostra as condições de trabalho vividas pelos funcionários da termoelétrica na época. Este mesmo tema é abordado de forma mais completa na Sala dos Cinzeiros, local onde se recolhiam as cinzas do carvão queimado. Em homenagem aos antigos funcionários da Central Tejo, foi organizada na Sala dos Condensadores a exposição permanente "Rostos da Central Tejo", que apresenta fotos e vídeos das atividades desempenhadas na época. Neste espaço, também estão expostos os condensadores de refrigeração do vapor e as bombas que permitiam a drenagem da água do Rio Tejo. Para oferecer aos visitantes uma noção clara dos diversos processos de geração de energia elétrica – termoelétrica, eólica, fotovoltaica e hidrelétrica –, uma das atrações interativas da Sala do Experimentar é o acionamento de dispositivos que simulam estes quatro tipos de geração. Ali o público tem a possibilidade de interligar estas formas de geração e, assim, compreender de que forma ocorre a conexão destas usinas à rede de distribuição. Além de todos estes espaços, o Museu da Eletricidade conta ainda com a Sala da Águae a Sala das Máquinas. Nestas estações é possível observar por meio dos tubos pintados de várias cores os tipos de fluidos que circulavam por cada uma dessas redes: vapor seco, vapor úmido, água, etc. Outro espaço que compõe o Museu da Eletricidade é a Sala de Comando, onde eram monitorados os geradores, a subestação de energia elétrica e a distribuição da energia para a rede elétrica. De acordo com a Fundação EDP, o museu tem recebido um número expressivo de visitações. Em 2010, cerca de 190 mil pessoas conheceram as instalações da antiga Central Tejo. Para 2011, o museu já conta com mais de dez exposições pré-agendadas, que deverão ajudar a atrair ainda mais visitantes.
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Energia do sol
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
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Botão agora é sem fio
A qualidade dos produtos da gama Harmony e a experiência mundial da Schneider Electric em Comando & Sinalização novamente assegura um produto inovador e confiável.
Destinado as mais diversas aplicações, o novo Botão Wireless dispensa a necessidade de cabos e acessórios associados entre o botão e o painel elétrico, reduzindo os custos de instalação em 20% se comparado a uma solução convencional (com cabo).
O produto funciona sem fio (em inglês, wireless), ampliando a mobilidade do operador, diminuindo tempos de instalação e permitindo um alcance de até 100 metros em campo aberto ou 25 metros em um ambiente com barreiras ou com o receptor dentro de um invólucro metálico. Uma antena repetidora é capaz de aumentar a distância de comunicação entre o botão e o receptor se necessário.
No ambiente industrial, é o único produto a contar com a tecnologia e protocolo aberto de comunicação via rádio Zigbee, tendência de mercado para vários dispositivos como iPads e iPods. Extremamente confiável, cada botão possui um código de identificação único que será reconhecido pelo receptor, evitando qualquer tipo de interferência.
Também pensando em sustentabilidade e na eficiência energética, o botão wireless não precisa de bateria, transformando a própria energia mecânica gerada ao apertar o botão em energia elétrica, utilizada para transmissão da mensagem via rádio. Dessa forma a Schneider Electric se orgulha de fazer cada vez mais, utilizando cada vez menos energia do nosso planeta.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Reator Pro Saver
Reator ProSaver
O reator Philips ProSaver paralâmpadas vapor de sódio ajusta a potência da lâmpada através de temporização, reduzindo o fluxoluminoso em períodos pré-determinados e proporcionando redução de energia de até30%
Principais Características
•Para lâmpadasvapor de sódiode 250W e 400W
•Nãoalteraa vidaúltilda lâmpada
•Fácil instalação e baixo custo de manutenção
•Capazde suportarquedasde energiasemperderas configurações
•Flexibilidade na programação dos tempos
Aplicação
•Estacionamentos
•Avenidas
•Praças
•Jardins
•Indústrias
Detector de gás glp
Detector de gás GLP
Desenvolvido para uso residencial, sua principal função é alertar possíveis vazamentos do gás
A Schneider Electric apresenta o detector de gás combustível doméstico, encanado ou envasado em botijões ou qualquer gás liquefeito de petróleo.
Especialmente desenvolvido para uso residencial, sua principal função é alertar possíveis vazamentos do gás. O detector possui um sensor que analisa constantemente a atmosfera. Quando a concentração de gás no ambiente atinge 10% do limite inferior de explosividade (0,21% de gás na atmosfera), o detector emite um alarme sonoro (bip) e visual (led).
Pode ser usado para acionamento de alarmes externos visuais (luzes sinalizadoras) ou sonoros (sirenes) ou uma eletroválvula, que interrompe o fornecimento de gás, eliminando-se assim o risco de ocorrência de incêndios e explosões. Ideal para cozinhas e áreas de serviço, entre outros.